20 responses

  1. Elemar Rodrigues Severo Júnior
    1 de junho de 2019

    Eduardo Pires legal a transcrição. Não preciso dizer que discordo frontalmente.

    Em tempo, tem software meu rodando em 36 países e em 97% das cidades brasileiras. Deveria ter citado isso junto com meu github

    Responder

    • Eduardo Pires
      3 de junho de 2019

      Olá Elemar, muito legal ver você participando pela primeira vez aqui, pena que num momento menos nobre comparado aos conteúdos que costumamos a compartilhar.

      Para que fique claro a todos a transcrição é o dialogo original, eu não mudei nada.
      Sendo assim, acredito que tenha lido o post todo, sobre o que você discorda frontalmente? Seja mais claro, por favor!

      Sobre os seus projetos fique tranquilo, acredito que ninguém duvida de sua capacidade. Pelo contrário. Eu também tenho inúmeros cases pelo Brasil entre outros países, mas eu não vejo necessidade de expor isto neste momento.

      Somos profissionais premiados por dividir nosso conhecimento com a comunidade, lembro que me disse que o seu GitHub não é para ter projetos de referência, que seus códigos são privados e quando experimentou ter projetos de referência não ficou satisfeito com o resultado. Acontece!

      Eu também vendo soluções, serviços e treinamentos mas além disto estou focado em compartilhar com a comunidade um pouco do que sei, se alguém aplicou errado o que de forma gratuita eu dissemino eu não me julgo culpado por isto, eu sigo compartilhando e inspirando pessoas até por que uma de nossas premiações é justamente sobre isto, correto?

      Abraços!

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  2. Rodrigo Mendes Lopes
    1 de junho de 2019

    Eu estou chegando perto dos 44 anos. Nossa! Já desenvolvi muita coisa, em diversas plataformas e linguagens. E quando olho para traz, sempre tenho críticas à fazer. Sempre me pergunto; Como poderia ter feito diferente se tivesse o conhecimento que tenho hoje.
    O melhor disso tudo, é que tenho a certeza e a sorte de que amanhã estarei me fazendo essa mesma pergunta, em um “loop” infinito.

    Em especial, muito do conhecimento que tenho hoje, aprendi e aprendo com você meu ir.’., em seus cursos, vídeos e artigos, e em particular nesse artigo, que pra mim é uma lição de humildade.

    E é isso, sempre seremos eternos AApr.’.

    Responder

  3. Guilherme Alves Silveira
    1 de junho de 2019

    Muito bom. Realmente me fez pensar seu post.

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  4. Alexandro Lopes
    2 de junho de 2019

    Eduardo é por estas e outras que te admiro demais cara. O seu colega é um excelente profissional sem dúvidas.

    Mas acho que nessa ele foi muito mal! Quando li o posto dele assim tive a mesma impressão de ele estar rótulando do pessoas e achei até meio prepotente da parte dele. Mas também entendi o recado dele, porque me fez também refletir para melhorar sempre

    Mas você foi como sempre (e como falou no texto) muito humilde em se colocar como desenvolvedor.
    Concordo com você em gênero, número e grau.

    Há vários profissionais que sabem muito mais que outros e estes se preocupam com estes aspectos mais de baixo nível e os desenvolvedores “comuns” que trabalhamos para atender ao negócio das empresas, precisamos sim, saber aplicar de forma correta o que nos é oferecido e estar sempre atento aos pontos de melhorias.

    Enfim, falei demais também e gostaria novamente de te parabenizar pelo posicionamento, assim como vc já havia feito de forma exemplar com um outro “colega” que criticou seus métodos de ensino.

    É isso, valeu!

    Responder

  5. Fábio Naspolini
    2 de junho de 2019

    Meu pensamento também vai de encontro ao seu e tb vejo coisas boas a extrair do “amador remunerado”.
    Hj minha filosofia é de fazer entregas com valor de negócio em cada “Sprint”, porém a sustentabilidade do sistema também pode (e deve) sobresair ao negócio em algum momento.

    Eu penso que temos que acreditar no trabalho de outras pessoas para evoluir, assim como vc, eu sei que tem gente muito mais capacitada do que eu cuidando do EF e Dapper (assim como nos outros frameworks), então concordo com vc em deixar está preocupação de lado, vou focar minha equipe em aprender a usar corretamente as libs prontas, não em como elas são feitas e menos ainda em fazer um novo ORM. Então vamos adiante entregando features nos produtos.

    Porém há uma linha tênue separando as duas ideias, no momento que a aplicação toma corpo e passa a ser usada em massa, a falta dos conceitos fundamentais técnicos voltam pra puxar seu pé a noite. E não quero falar de exemplos de “desenvolvedor revolucionário da moda” fingindo saber como suportar milhares de requisições por segundo pq leu um artigo de nodejs na web, vamos reduzir o escopo para apenas 25 requests por segundo. Quem cuida de um sistema, que consegue entregar esse volume num tempo satisfatório (<=200ms), sem ter mais de um recicle diário ou subir nova instância para balancear a carga, já está de parabéns! Agora quem precisa escalar N servidores pra suportar esse volume, sinto lhe dizer, mas sua aplicação está com prazo de validade prestes a vencer e neste ponto o assunto abordado no outro post passa a ser diferencial. Porém geralmente ao chegar neste ponto, já existe dinheiro envolvido, e subir um servidor novo se torna "barato" perante a melhoria da aplicação legada, até que vc já subiu 6 servidores de App e acha que está tudo certo. Então vai subir 7, 8, 9 e percebe que já não apresenta mais o resultado imaginado, então chega um ponto que se levam as mãos a cabeça e vem o pensamento "ferrou, temos que refazer a aplicacao do zero, esta tudo errado". Geralmente a pessoa que diz essa frase, faria pior ainda se lhe desse a chance de refazer tudo, mas isso já seria um assunto pra outra polêmica.

    Enfim, hj em dia já não reinvento mais rodas, mas já fiz isso várias vezes em meus estudos/carreira e o aprendizado dessas etapas fe baixo nível que passei, trazem resultados hj em dia. Por exemplo, fiz muito componente em Delphi quando comecei em meu primeiro trabalho profissional a 14 anos atrás, que me deram muita base pra fazer um ORM em C# posteriormente e o aprendizado sobre reflection e OO que precisei adquirir pra fazer isso a muito tempo atrás, ainda me são muito úteis pra resolver os problemas de negócio de hj em dia.

    Então, também vejo que é muito positivo pra carreira profissional de um desenvolvedor, que em algum momento da vida, passem pela etapa de entender como as coisas funcionam em baixo nível, pra mim isso é o ápice da programação, o momento onde vc está puramente trabalhando com a lógica técnica, fazendo algo somente pelo prazer de programar e tem como efeito colateral a sua evolução profissional.

    Responder

  6. Washington Borges
    2 de junho de 2019

    Parabéns pelo excelente artigo, devemos sempre nos manter humildes, não importa o nosso nível de conhecimento ele não é e nunca será passe livre para humilhar as pessoas.

    Responder

  7. André Mendes Marcondes
    2 de junho de 2019

    Eduardo, boa tarde.
    Concordo com você mais do que com “ELE”, que nessa altura todo mundo já sabe, mas ok. Penso o seguinte, algumas pessoas infelizmente não tiveram o processo “correto” de aprendizado, aprendi a programar fazendo programas, hoje tenho até vergonha de alguns cenários que sou esposto que não tenho o devido conhecimento, falando de estrutura de dados mesmo, acredito eu, que com o tempo nós desenvolvedores que aprendemos na “pastelaria” a programar vão criando vergonha na cara e estudando o fundamental. Sou dsenvoledor a 8 anos e admito que só recentemente fui buscar entender o comportamento real do garbage collector. Mas é um fato que sou desenvolvedor, uma alusão à isso pode ser até de um cara que sabe cozinhar, ele sabe cozinhar e as pessoas comem, não necessariamente ele precisa saber tudo para cozinhar, ele não é um chef ainda, mas fez pessoal comeu, ta valendo!

    Agora sobre a resposta é só inverter:
    “A melhor característica que um programador pode ter é a humildade em reconhecer que ele não sabe de tudo e nem é perfeito naquilo que faz. Sempre tem como melhorar!
    A melhor característica que um programador pode ter é o comprometimento em sempre buscar o aperfeiçoamento técnico!”

    Responder

  8. Artur Ribeiro
    3 de junho de 2019

    Também concordo com o Eduardo!
    Não esperava isso do [colega], sempre acompanhei os post dele([colega]) e de outros também.

    Esse dialogo soa como uma ofensa:
    [eu] – […] 70% dos programadores são amadores remunerados, só isso.
    [colega] – […] esse número é bem maior.
    Foi como eu me senti ao ler esse post.
    É a SOMA (Ego + Arrogância) = QUEDA

    Respondendo a essa pergunta com base nas minhas Experiências de mercado.

    “Qual é a característica mais importante que um programador deve ter?”
    while(true)
    {
    Buscar conhecimento > aprender > aplicar > analisar > criticar
    > aperfeiçoar > saber ouvir
    }

    “Qual é a pior característica que um programador pode ter?”
    Ego + Arrogância

    Bem colocado

    “Busque sempre o aperfeiçoamento técnico, nunca acredite que algum conhecimento fundamental é dispensável apenas por que você entrega software que funciona.

    Ao mesmo tempo busque se policiar para que seus méritos não se tornem motivos de ego e arrogância, pois somos todos eternos aprendizes, cada um ao seu tempo, cada um a sua maneira.

    Parabéns pela postura Eduardo!

    Responder

    • Luiz Francisco
      4 de junho de 2019

      Faço de suas palavras as minhas.

      Responder

  9. Leonardo Freitas
    4 de junho de 2019

    Oi Eduardo, apenas uma palavra para este artigo: Obrigado! 🙂

    Responder

  10. Jaqueline Aparecida Moreira
    4 de junho de 2019

    É incrível ver um cara com um conhecimento absurdo e ter a humildade que tem. É por isso que é referência para nós programadores. Parabéns Eduardo

    Responder

  11. Helder Rezei
    4 de junho de 2019

    Grande Eduardo! Sou um grande admirador do seu trabalho e você transcreveu tudo que eu sempre tento passar para minha equipe. E apenas complementando a sua frase
    “Buscar conhecimento > aprender > aplicar > analisar > criticar > aperfeiçoar” eu incluiria a palavra “Dividir” também. Porque uma coisa que aprendi esses anos de desenvolvimento, é que Humildade e Conhecimento são as únicas coisas que quando nós dividimos na verdade estamos multiplicando. É isso faz muita diferença!
    Abraço e continue sendo esse cara referência pra muitos!
    Abraço!

    Responder

  12. Erison
    4 de junho de 2019

    Eduardo obrigado pela humildade por compartilhar seus conhecimentos com nós “amadores remunerados”.

    Responder

  13. Luiz Francisco
    4 de junho de 2019

    Tudo bom Eduardo, parabéns pelo post, hoje eu me considero um Junior e acho que faço parte dos 70% que o [colega] disse, mas mesmo assim acredito que esse tipo de comentário já se auto refuta.

    Responder

  14. Leandro
    4 de junho de 2019

    Obrigado por compartilhar conhecimento conosco, Eduardo! Gostei da sua argumentação, é bom ver alguém humilde e que não tenta sustentar o argumento com apelo a autoridade.

    Responder

  15. Jose
    4 de junho de 2019

    Bela resposta, humildade pura . Aprendi muito com vc Pires obrigado continue com seu foco!!!! Continue sempre humilde como sempre foi.

    Responder

  16. Flavio
    4 de junho de 2019

    Public class E1 {}
    Private class E2 {}

    Mais vale uma classe pública do que uma privada que vive só no mundinho dele.
    Pires está focado e compartilhar informação e mão na massa, fora cursos que garanto que ajuda muito dev, hoje vivemos na era onde um quer ser maior que o outro.

    Eu já fui elogiado por compartilhar conhecimento profissionalmente e a pessoa falou Canedo os 5min que vc se dedicou em me ajudar me ajudou muito em outra empresa, mas eu sou assim por natureza gosto de fazer equipe crescer junto, e todos tem que ser humilde isso não quer dizer ser menor é respeitar as limitações do próximo e bola pra frente, dotnet esta em sua melhor fase vamos crescer para motivar outros devs.

    Responder

  17. Vinícius
    5 de junho de 2019

    Concordo com o Eduardo e parcialmente com o Elemar.
    O Elemar basicamente diz que um atendente de mercado(caixa) deveria saber fazer calculos matematicos de nível “financeiro” já que ele trabalha com dinheiro, ou que ele mesmo deveria saber toda a gramatica e regras do português para escrever seus artigos.
    O Eduardo diz que o caixa de mercado, se ele usou a calculadora ou usou um software para fazer a conta da sua compra, ele ja bem o seu trabalho. Assim como escrever seus artigos com o corretor ortografico e de discernimento , já é o suficiente para escrever um bom artigo.

    Eu sou um cara que tem uma importancia relavante aonde eu trabalho e costumo ser o cara que luta muito para aplicar boas praticas de desenvolvimento e qualidade.
    E tem um cara muito bom aqui, segundo a opinião do elemar.

    E adivinha quem gerou mais bugs e mais problemas pra empresa?
    sim, não fui eu. E todos os códigos dessa pessoa, tem uma certa complexidade devido a justamente sua base tecnica. Porém não sabe entregar software.

    Hoje temos varios problemas sim, coisas basicas que não enfrentariamos assim como o Elemar citou. Porém, quem entrega software de qualidade, e procurou fazer da forma mais correta, mesmo não tendo essa capacidade tecnica, entra coisas muito melhores e com menos impactos aos clientes.

    Minha opinião é, ninguém precisa ser enfermeiro pra tomar um remedio, nem ser um matematico pra ajudar a sua filha na lição de casa. O importante é resolver o problema, saber que vc resolveu mas não foi da melhor maneira, e aperfeiçoar.

    Responder

  18. marco
    17 de julho de 2019

    Olá Elemar super programador que nunca ouvi falar. O fato de você ter 36% de aplicações rodando fora do Brasil não significa que elas têm todas as qualidades citadas por você. Hoje trabalho e vivo fora do Brasil . Não tem nada demais aqui. Estamos todos em evolução constante. Boa sorte aí e com certeza entre um mago da tecnologia e que se esconde atrás de posts, fico com a opinião do cara que me traz resultados condizentes com o que o mercado precisa. Ah…sou programador de framework. Valeu Eduardo. Sou se fã.

    Responder

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